Revista Leia Escola

A  Revista Leia Escola  é o períodico quadrimestral do Programa de Pós-Graduação em Linguagem e Ensino da Unidade Acadêmica de Letras da Universidade Federal de Campina Grande. A revista publica textos inéditos que reflitam sobre a linguagem e o ensino, a partir dos seguintes eixos: ensino de literatura e formação de leitores; práticas leitoras e diversidade de gêneros literários;  práticas sociais, históricas e culturais de linguagem; e  ensino de línguas e formação docente. Podem inscrever-se como autores mestrandos/doutorandos em coautoria com os seus respectivos orientadores, professores pesquisadores (mestres e/ou doutores). 

ISSN 2358-5870 | ÁREA : LINGUÍSTICA E LITERATURA | ANO DE CRIAÇÃO: 1996 (IMPRESSO) 2012 (ONLINE)


Notícias

 

CHAMADAS PARA PUBLICAÇÃO 2020

 

RLE v. 20 n.1 - JOGOS, LETRAMENTOS E ÉTICA

 Uma das práticas sociais das primeiras civilizações que mantemos são os jogos. Pensar os jogos como ferramentas educativas implica muito mais do que apenas o aspecto lúdico em sala de aula. Ao participar de um jogo, o indivíduo se desenvolve intelectual e socialmente, vivenciando uma situação de conflito na qual ludicidade, aprendizado e ética se complementam. A Revista Leia Escola, periódico do Programa de Pós-Graduação em Linguagem e Ensino da Unidade Acadêmica de Letras da UFCG, dedica este número especial a trabalhos que abordem investigações, experiências didáticas que envolvam jogos analógicos e digitais em espaços escolares e não escolares.

Organizadoras: Angela Paiva Dionisio  - UFCG

                           Maria de Lourdes Trindade Dionisio - Universidade do Minho – Portugal

                           Regina Lúcia Peret Dell’Isola Denardi - UFMG

                           Tatyana Mabel Nobre Barbosa - UFRN

 

Prazo final para submissão: 01 de dezembro de 2019

Publicação: 30 abril de 2020

 

RLE v. 20 n.2 - ENSINO E APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS E LITERATURAS NOS INSTITUTOS FEDERAIS (IFs)

No Brasil, a história do ensino técnico e tecnológico se inicia em 1909, quando Nilo Peçanha, o então presidente da República, criou 19 escolas de Aprendizes e Artífices que, posteriormente, se transformaram nos Centros Federais de Educação Profissional e Tecnológica, mais conhecidos como CEFETS. Em dezembro de 2008, no mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, os CEFETS se transformaram em Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, tendo como principal desdobramento a expansão e a interiorização da educação técnica e tecnológica em nosso país. Desde então, a concepção de currículo dessas unidades de ensino também se modificou. Se, em um primeiro momento, tinha-se a ideia de que este modelo de educação deveria focar, quase que exclusivamente, na aprendizagem de conhecimentos específicos (normalmente voltados para o setor da indústria, as tecnologias e as ciências exatas), com os Institutos Federais, chegou-se a um consenso de que a educação técnica e tecnológica deveria se preocupar, também, com a formação do cidadão crítico e reflexivo. Com isso, percebeu-se a importância do ensino de um conjunto de disciplinas, como a Sociologia, a Filosofia, a Literatura e as Línguas (sempre no plural), na formação do profissional de nível técnico e tecnológico. Com o objetivo de colocar em discussão a defesa de um currículo linguisticamente democrático receberemos, nesta chamada, trabalhos que discutam o ensino e a aprendizagem de Línguas e suas respectivas Literaturas no âmbito dos Institutos Federais em nosso país.

Organizadores: Antônio Ferreira da Silva Júnior - UFRJ

                          José Veranildo Lopes da Costa Junior - UERN

                          Marcel Álvaro de Amorim - IFRJ/UFRJ

 

Prazo final para submissão: 31 de maio de 2020

Publicação: 30 de agosto de 2020

 

RLE v. 20 n.3 - FORMAÇÃO DE PROFESSORES E TECNOLOGIAS DIGITAIS

Este dossiê objetiva reunir estudos que proponham discussões envolvendo aspectos relativos à formação de professores de línguas (materna e estrangeira) e uso de tecnologias na atuação docente desde a educação básica ao ensino superior. Em especial, esperam-se contribuições que envolvam teorizações sobre paradigmas de formação; constituição e transformação de saberes; processos de identificação e ensino/aprendizagem de línguas, alinhados à cultura digital, ratificados pela BNCC, quando se pensa o ensino e a escolarização brasileira. Além disso, destacamos a relevância do tema, tendo em vista os processos de naturalização dos letramentos digitais frente aos inúmeros desafios de se planejar a docência, fazendo uso de tais ferramentas.

Organizadoras: Dora Riestra - Universidade Nacional do Rio Negro - Argentina

                         Eulália Vera Lúcia Fraga Leurquin - UFC

                         Williany Miranda Silva - UFCG

 

Prazo final para submissão: 20 de setembro de 2020

Publicação: 20 de dezembro de 2020

 
Publicado: 2019-09-21
 
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Capa da revista

Foto da capa: Flávia de Menezes, 2014

http://dx.doi.org/10.35572/rle.v19i2